REFORMA TRIBUTÁRIA: Tudo o que você precisa saber

Reforma Tributária Mudanças Cássio Contabilidade - Cássio Contabilidade

A tão aguardada Reforma Tributária finalmente foi promulgada, trazendo mudanças significativas no sistema tributário brasileiro. Se você está se perguntando o que isso significa para o seu bolso e para o crescimento econômico do país, este artigo é para você. Vamos explorar detalhadamente os aspectos cruciais da reforma e responder às perguntas mais frequentes sobre o assunto.

Unificação de Tributos: O que está mudando?

A reforma tributária visa simplificar a cobrança de impostos sobre o consumo. A partir de 2033, cinco tributos – ICMS, ISS, IPI, PIS e Cofins – serão unificados em uma única cobrança, dividida entre os níveis federal (CBS: Contribuição sobre Bens e Serviços) e estadual/municipal (IBS: Imposto sobre Bens e Serviços).

A trajetória da mudança: Como a reforma se desdobrará?

A implementação completa da CBS está prevista para 2027, com um período de teste em 2026. O IBS, por sua vez, será definitivamente implementado em 2033, após conviver por seis anos com o ICMS e ISS, que serão substituídos progressivamente.

Novos impostos: O que esperar

A CBS e o IBS, ambos tipos de Imposto sobre Valor Agregado (IVA), eliminarão o “efeito cascata”. A estimativa é de uma alíquota final em torno de 27,5%. Além disso, um novo Imposto Seletivo, incidindo sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, será criado a partir de 2027.

Exceções e benefícios: Quem será afetado

Produtos como a Cesta Básica Nacional de Alimentos e serviços essenciais, como os de saúde, serão isentos da CBS e IBS. Além disso, haverá tratamento favorável para alimentos, produtos de higiene, insumos agropecuários, entre outros, com redução de 60% nos novos tributos.

Transição e compensação: Como serão gerenciados os impactos?

Para evitar instabilidades na arrecadação dos estados, a reforma estabelece uma transição na partilha dos valores arrecadados, que durará 50 anos, entre 2027 e 2077. Além disso, um Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais será criado para compensar pessoas jurídicas e físicas pela redução de benefícios concedidos pelos estados.

Fundos de desenvolvimento: Equilibrando as discrepâncias

Para evitar a guerra fiscal, a tributação da CBS e IBS será apenas no local de consumo. A criação do Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR) busca reduzir discrepâncias econômicas e sociais entre os estados, com a União aportando gradualmente recursos.

Conclusão

A reforma tributária é uma transformação profunda no sistema tributário brasileiro, impactando todos os contribuintes, sejam eles pessoas físicas ou jurídicas, e é imperativo que os contribuintes se preparem para as mudanças que serão implementadas gradualmente nos próximos anos.

Nesse contexto, é essencial contar com o apoio de uma contabilidade especializada, capaz de orientar e assessorar os contribuintes em todas as fases do processo de adaptação à reforma tributária. A Cassio Contabilidade destaca-se como a escolha certa para essa jornada!

Estamos aqui para ajudá-lo a se preparar para os desafios decorrentes da reforma, buscando maximizar os benefícios e minimizar os obstáculos que possam surgir.

MUDANÇAS PARA QUEM É MEI EM 2024

Microempreendedor Mei 2024 Cássio Contabilidade - Cássio Contabilidade

Introdução

Se você é Microempreendedor Individual (MEI), prepare-se para as mudanças que 2024 traz consigo. Este artigo detalha as alterações anunciadas, desde o aumento na contribuição mensal até a possibilidade de contratar mais funcionários. Vamos explorar o impacto dessas mudanças em sua vida empreendedora.

Contribuição mensal

A primeira grande mudança para quem é MEI em 2024 é o ajuste no valor da contribuição mensal. Esse reajuste está diretamente ligado ao novo piso salarial estabelecido, mantendo os 5% sobre o salário mínimo. A contribuição é realizada através do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), englobando INSS e ICMS ou ISS, dependendo da área de atuação.

Valores por setor

Adentrando nos valores das DAS por setor, eles são:

Comércio e Indústria: INSS (R$70,60) + ICMS (R$1). Valor final: R$ 71,60
Serviços: INSS (R$70,60) + ISS (R$5). Valor final: R$ 75,60
Comércio e Serviços: INSS (R$70,60) + ICMS e ISS (R$6,00). Valor final: R$ 76,60
MEI Caminhoneiro: Varia de acordo com o tipo de produto transportado e local de destino, com contribuição de 12% sobre o salário mínimo, mais ICMS e ISS. 

Possibilidade de aumento no faturamento anual

Atualmente, o faturamento anual do MEI é limitado a R$81 mil, porém o governo estuda elevar esse teto para R$144 mil.

Caso a mudança seja implementada, a contribuição mensal passará a variar conforme o faturamento da empresa

Possibilidade de contratação de mais funcionários

Outra perspectiva para o MEI em 2024 é a possibilidade de contratar mais funcionários. Atualmente limitado a um empregado, o governo avalia aumentar esse limite para dois, proporcionando maior flexibilidade aos empreendedores.

Quem pode ser MEI em 2024?

Para ser MEI neste novo cenário, é vital atender a critérios específicos, que são:

Exercer atividades permitidas;
Não ser titular, sócio ou administrador de outra empresa;
Empreendedor deve respeitar o faturamento anual de R$81 mil e R$251.600,00 para transportador autônomo de cargas.
Não ser titular de outra empresa ou filial

Esses critérios são fundamentais para aqueles que desejam se enquadrar nas mudanças para quem é MEI em 2024.

Conclusão

O conteúdo acima apresenta as transformações relevantes para os Microempreendedores Individuais (MEIs) em 2024, abrangendo desde a revisão na contribuição mensal até a potencial ampliação no faturamento anual permitido. Além disso, destaca a perspectiva positiva de poder contar com até dois colaboradores na equipe.

Se você faz parte da Categoria MEI, espero que tenha absorvido todas essas informações cruciais para o ano vigente.

Caso esteja considerando migrar para o ME ou tenha dúvidas adicionais, não hesite em entrar em contato conosco. Meu time está totalmente preparado para oferecer o suporte necessário

Leia também:

CONTABILIDADE PARA MÉDICOS: Tudo o que você médico precisa saber

Medicos

A contabilidade médica ou contabilidade para médicos é um tema extremamente importante para os profissionais da saúde, com uma contabilidade especializada, é possível pagar menos impostos evitando que se paguem taxas indevidas e desnecessárias, além de auxiliar na regularização de tributos cobrando seus pacientes da maneira correta.

O que é a contabilidade para médicos?

A Contabilidade para médicos desempenha um papel crucial na gestão financeira de clínicas e consultórios médicos. Visto que ela é a responsável por escolher o melhor modelo de empresa e no cumprimento de todas as obrigações tributárias. 

Dessa forma é importante contratar um escritório de contabilidade especializado, pois ele conhece todos os procedimentos fiscais, e as leis em vigor no país sobre a sua área. Sendo assim você médico pagará menos imposto de forma legal, e evitará gastos desnecessários. Esse suporte trás uma tranquilidade extra aos médicos, permitindo-lhes focar de maneira mais eficaz em suas práticas e atendimentos.

Benefícios da contabilidade para médicos

Alguns do benefícios da contabilidade para médicos:

  • Planejamento Tributário; 
  • Escolha correta do tipo de empresa;
  • Identificação de oportunidades legais para reduzir a carga tributária;
  • Garantia do cumprimento de todas as obrigações fiscais e legais;
  • Cálculo da Folha de pagamentos dos funcionários de forma correta;
  • Acesso a profissionais com conhecimento especializado nas leis e regulamentações específicas para médicos;
  • Análise detalhada dos custos operacionais e identificação de oportunidades para otimização;
  • Auxílio na elaboração de estratégias financeiras para o crescimento sustentável da clínica ou consultório médico;
  • Minimização de erros contábeis que poderiam impactar negativamente a saúde financeira da empresa;

 

Quais tipos de empresa os médicos podem abrir?

ME (Microempresa) e EPP (Empresa de Pequeno Porte):

  • ME é viável para faturamentos anuais de até R$360 mil.
  • EPP é adequada para faturamentos anuais entre R$360 mil e R$4,8 milhões.

Ambas possuem quantidades distintas de funcionários permitidos, até 9 para ME e de 10 a 49 para EPP.

Empresa de Médio Porte:

Essa categoria permite uma estrutura mais robusta, com a possibilidade de contratar de 50 a 99 colaboradores, sem restrições específicas de faturamento.

CLT, PJ ou autônomo: Qual é mais vantajoso?

Quando se trata da contabilidade para médicos, uma das primeiras e mais cruciais decisões é o modelo de atuação profissional. As opções incluem CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), Pessoa Jurídica (PJ) e atuação autônoma, cada uma com suas características e implicações tributárias distintas:

Médico Pessoa Jurídica (PJ):

Optar pelo modelo de Pessoa Jurídica confere ao médico uma maior autonomia e flexibilidade de horários, além de possibilitar ganhos potencialmente mais elevados. Entretanto, demanda cuidados redobrados com questões tributárias e previdenciárias. Os tributos associados incluem:

DAS, que corresponde a 6%  sobre o faturamento no Simples Nacional(para médicos que faturam até 180.000,00 em 12 meses);

INSS, com alíquota de 11%;

IRPF, variando de 0 a 27,5% conforme a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física.

Médico Autônomo:

A atuação como profissional autônomo proporciona independência, mas implica maior responsabilidade financeira e administrativa. No aspecto tributário, devem pagar os seguintes tributos:

  • Imposto de Renda Pessoa Física com alíquota de até 27,5% e contribuição mensal de INSS de até 20% dos rendimentos.

Médico CLT

O regime CLT oferece estabilidade, benefícios e segurança aos médicos, mas pode limitar a flexibilidade e os ganhos. Sob esse modelo, o profissional é um funcionário de uma instituição e os tributos envolvidos incluem:

INSS, variando até 20% do salário;

RAT (Risco Ambiental de Trabalho), variando de 1% a 3%;

FGTS, correspondente a 8% do salário.

Regimes tributário para PJ Médica

Ao abordar a contabilidade para médicos, clinicas e consultórios médicos uma das preocupações principais é compreender a carga tributária associada a cada regime de tributação. Pois existe diversas possibilidades de cálculo baseadas em diferentes regimes tributários, sendo os principais o Simples Nacional, Lucro Presumido e Lucro Real.

Simples Nacional:

Quando os médicos optam pelo Simples Nacional, a tributação pode variar de acordo com os anexos disponíveis (Anexo III ou Anexo V) e a aplicação da regra do Fator R. Esta regra determina que médicos com despesas de folha de pagamento e pró-labore iguais ou superiores a 28% do faturamento são tributados no Anexo III, enquanto os demais seguem pelo Anexo V.

Alíquotas e faixas do Simples Nacional para médicos:

Anexo III e Anexo V: As faixas variam de acordo com a receita em 12 meses, com alíquotas que começam em 6% e podem chegar a até 33%, conforme a faixa de faturamento e o anexo aplicável.

Lucro Presumido:

No regime de Lucro Presumido, a carga de impostos para médicos fica entre 13,33% e 16,33% sobre o faturamento mensal. São aplicados impostos federais trimestrais (IRPJ, CSLL e IRPJ adicional), impostos federais mensais (PIS e COFINS) e imposto municipal mensal (ISS), todos sobre a base de cálculo (faturamento x 32%).

Lucro Real:

No regime de Lucro Real, os médicos enfrentam uma tributação que varia entre 15% a 25% de IRPJ, 9% de CSLL sobre o lucro líquido, 3,65% de PIS/COFINS sobre o faturamento e 2% a 5% de ISS, também sobre o faturamento.

Opções de naturezas jurídicas para médicos

Ao iniciar uma empresa, a escolha da natureza jurídica é um passo fundamental que médicos devem considerar. No entanto, para médicos, as opções são limitadas em relação a algumas categorias jurídicas comuns. As possibilidades de natureza jurídica para médicos são as seguintes:

EIRELI – Empresário Individual de Responsabilidade Limitada:

A EIRELI é uma modalidade que possibilita ao médico empreendedor constituir uma empresa com responsabilidade limitada ao capital social integralizado, permitindo a separação do patrimônio pessoal do patrimônio da empresa.

SLU – Sociedade Unipessoal Limitada:

A Sociedade Unipessoal Limitada é uma alternativa que permite ao médico atuar como único sócio em sua empresa, oferecendo uma estrutura empresarial adequada mesmo sem a presença de outros sócios.

Sociedade de Médicos e Profissionais de Saúde:

Esta modalidade possibilita a criação de uma sociedade entre médicos e outros profissionais da área de saúde, permitindo a colaboração e cooperação entre esses profissionais para gerir uma mesma entidade empresarial.

Qual o CNAE para médico?

Conforme previsto na legislação em vigor, o CNAE para médicos é o 8630-5/01 – Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos e/ou uma das seguintes opções:

  • 8630-5/02 Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares;
  • 8630-5/03 Atividade médica ambulatorial restrita a consultas;
  • 8630-5/99 Atividades de atenção ambulatorial não especificadas anteriormente

Tipos de sociedades médicas mais comuns

Impostos que um médico paga

A tributação para médicos pode variar dependendo da estrutura empresarial e do regime tributário adotado. Aqui estão os principais impostos que os médicos precisam considerar:

  • Imposto de Renda (IR);
  • Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL);
  • PIS (Programa de Integração Social) e COFINS (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social);
  • Imposto sobre Serviços (ISS);
  • Contribuição Previdenciária;

Qual o melhor momento para contratar uma Contabilidade para abertura da minha PJ Médica?

O momento ideal para buscar esse suporte valioso surge no início da jornada profissional. ‘Nesse período, tudo é novidade e a responsabilidade cresce, tornando cada momento valioso e  como sabemos o tempo é um recurso precioso.

O tempo que se leva para abertura da sua PJ médica é em torno de 20 a 30 dias, dessa forma o melhor momento para abrir será 2 meses antes de se formar.

Assim, quando você receber seu CRM, estará pronto para atuar como pessoa jurídica.

CONTABILIDADE PARA MÉDICOS: CÁSSIO CONTABILIDADE

Como observado ao longo deste artigo, fica claro que contar com o suporte de uma contabilidade especializada para médicos é crucial para garantir conformidade com os procedimentos fiscais e as regulamentações específicas do setor médico.

Se você busca uma parceria confiável e eficiente, estamos aqui para ajudar. Nosso escritório de contabilidade tem vasta experiência em auxiliar médicos na abertura adequada de empresas e na gestão tributária, permitindo que eles alcancem seus objetivos empresariais enquanto minimizam a carga tributária.

Entre em contato conosco e descubra como podemos ser seu parceiro estratégico, proporcionando suporte contábil especializado para a sua jornada médica. Estamos prontos para oferecer soluções personalizadas e orientação profissional de qualidade.

Empréstimo para empresas: tudo o que você empresário precisa saber

Descubra tudo sobre empréstimos para empresas neste guia completo. Saiba como obter financiamento, tipos de empréstimos disponíveis e dicas importantes para empresários. Leia mais sobre “Empresário para empresas: tudo o que você empresário precisa saber”.

Introdução

Empreender e administrar um negócio muitas vezes exige capital extra para alavancar o crescimento ou superar desafios financeiros. Nesses momentos, os empréstimos para empresas se tornam uma ferramenta valiosa para empresários em busca de recursos financeiros para expandir suas operações ou resolver questões emergentes. Neste artigo, abordaremos de forma abrangente tudo o que você, empresário, precisa saber sobre empréstimos para empresas.

1. A importância do financiamento para empresas

Obter financiamento adequado é crucial para o sucesso de qualquer negócio. Isso pode viabilizar desde investimentos em novos equipamentos até a contratação de mais funcionários.

2. Tipos de empréstimos disponíveis

Existem diversos tipos de empréstimos para empresas, como empréstimos comerciais, linhas de crédito rotativo, empréstimos garantidos e não garantidos. Cada um tem suas próprias características e é crucial entender as diferenças antes de optar por um. Essas linhas de créditos você pode encontrar em bancos ou instituições financeiras.

O Contbank que é um banco parceiro da Cássio contabilidade tem linhas de Crédito PJ inteligentes para ajudar seu negócio a crescer que são:

  • Antecipação de Notas Fiscais de Produto
  • Antecipação de Notas Fiscais de Serviço
  • Antecipação de Recebíveis de Cartão
  • Home Equity e Financiamento
  • Car Equity e Financiamento
  • Crédito Clean

3. Processo de obtenção de empréstimo

O processo de obtenção de empréstimo para empresas pode variar de acordo com o tipo de financiamento desejado. Compreender os requisitos e documentações necessárias é essencial para agilizar o processo.

Mantenha controle sobre suas obrigações fiscais

Está em dia com suas obrigações fiscais, é um dos requisitos para conseguir empréstimo para sua empresa.  Sendo assim você tem que está em dia com o pagamento do:

  • Simples Nacional
  • ISS
  • ICMS
  • IRPJ
  • PIS 
  • COFINS
  • Entre outros

Outra coisa importante para conseguir o empréstimo é a declaração de faturamento anual ter sido realizada. Essa é uma forma de comprovar que é capaz de pagar e de mostrar sua regularidade perante o Fisco.

4. Taxas de juros e condições de pagamento

As taxas de juros e as condições de pagamento variam de acordo com o credor e o tipo de empréstimo. Estar atento a esses detalhes é fundamental para evitar surpresas desagradáveis no futuro.

5. Dicas para maximizar suas chances de aprovação

Apresentar um plano de negócios sólido, manter uma boa pontuação de crédito e ter informações financeiras organizadas são estratégias que podem aumentar suas chances de aprovação para um empréstimo empresarial.

Conclusão

Este artigo visou fornecer informações úteis e práticas para ajudar empresários a saber mais sobre Empréstimo para empresas. 

Pois conforme visto no texto, os empréstimos para empresas podem ser uma ferramenta valiosa para impulsionar o crescimento e a estabilidade financeira de um negócio. Compreender os diferentes tipos de empréstimos disponíveis, o processo de obtenção, taxas de juros e dicas para aprovação pode ajudar os empresários a tomar decisões financeiras mais assertivas. 

Sendo assim, ao considerar adquirir um empréstimo, é essencial pesquisar e avaliar todas as opções disponíveis para encontrar a melhor solução para as necessidades específicas do negócio.

Microempreendedor, cuidado com o que faz fora do contrato!

MEI: Entenda como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade

Você é MEI mas não sabe o que é e nem como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade? Descubra agora mesmo tudo o que você precisa saber!

Se você é MEI, precisa saber o que é e como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade. Afinal, para abrir qualquer empresa, é preciso preencher uma série de requisitos legais envolvendo as esferas federal, estadual e municipal, certo?

Por exigir uma série de documentos, esse é um processo que pode ser longo e, às vezes, bastante demorado. Mas para quem é MEI essa operação é facilitada, em parte, pelo Termo de Ciência e Responsabilidade, uma declaração capaz de substituir boa parte da papelada por 180 dias.

Conheça agora mesmo o que é esse termo e qual a sua importância para o MEI!

O que é um Termo de Ciência e Responsabilidade?

O Termo de Ciência e Responsabilidade pode ser usado para muitos fins cujos propósitos sejam de legalizar uma situação, comprovando que uma pessoa, seja física ou jurídica, está de acordo com as normas precedidas.

Os Termos são vinculados a uma declaração, a qual expressa que o declarante leu e concordou com as atribuições descritas no documento.

Esses documentos precisam coletar os dados de quem declara, bem como deixar claro o que está sendo regrado, ou seja, o que aquela pessoa precisa cumprir como sua responsabilidade.

Além disso, deverá conter a assinatura da pessoa, bem como data e local.

Uma vez que a regra for quebrada, é possível utilizar o Termo de Ciência e Responsabilidade para comprovação de que houve o aceite de todas as normas, o que poderá implicar em danos, reparações, multas ou punições para quem as quebrou.

Termo de Ciência e Responsabilidade para MEI

O Termo de Ciência e Responsabilidade é um documento que declara que as regras e normas que devem ser usadas para formalização do MEI são de seu conhecimento.

Essa declaração segue as normas do estado e município que o exigem para a liberação do registro como Microempreendedor.

Ao se inscrever como MEI, um Alvará Provisório de Funcionamento é gerado, juntamente ao CCMEI – Certificado da Condição de Microempreendedor Individual. Esse documento tem um prazo de validade que se estende por 180 dias, ou seja, seis meses.

Para concluir sua formalização como Microempreendedor Individual, o MEI precisa declarar que está ciente de suas responsabilidades exigidas pelo estado e município.

Dessa forma, ele precisa assinar um Termo de Ciência e Responsabilidade para concessão do Alvará de Funcionamento e Licenças.

Quem precisa fazer o termo?

Todo empreendedor que queira se formalizar como MEI, ou seja, quem está buscando se inscrever como Microempreendedor vai precisar assinar o Termo, declarando estar ciente de todas as suas obrigações.

O termo é emitido logo que o MEI realiza o cadastro e possui o efeito de alvará de funcionamento provisório, sendo assinado digitalmente.

Isso significa que ele declara que cumprirá as normas estaduais e municipais quanto a aspectos como uso de ocupação do solo e normas sanitárias.

Caso o MEI não seja fiel ao cumprimento das normas declaradas no Termo, poderá ser multado e apreensões poderão ser feitas, além de correr o risco de ter o registro de seu empreendimento cancelado.

Ele tem prazo de validade?

Como o Termo de Ciência e Responsabilidade é emitido no momento de inscrição como MEI, tendo sob seu uso o Efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório, ele segue o prazo de validade do alvará, que é de 180 dias.

Passado esse tempo, o Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de Alvará provisório se torna definitivo caso a Prefeitura Municipal não realize as intermediações junto à fiscalização do ambiente de trabalho do MEI.

No entanto, isso não faz com que o termo perca seu efeito, afinal a Prefeitura poderá cassar o registro do MEI a qualquer tempo, caso este não esteja de acordo com a legislação.

Existe algum modelo “oficial” a ser seguido?

De modo geral, esses termos precisam apresentar os dados do declarante, informações sobre as normas das quais este declara estar ciente e consequências das violações dessas regras.

Mas se você está em dúvida de como pode ser o Termo de Ciência e Responsabilidade no caso do MEI, poderá seguir o modelo disponibilizado pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

Veja abaixo:

TERMO DE CIÊNCIA E RESPONSABILIDADE

Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório.

Declaro, sob as penas da lei, que conheço e atendo os requisitos legais exigidos pelo Estado e pela Prefeitura do Município para a emissão do Alvará de Licença e Funcionamento, compreendidos os aspectos sanitários, ambientais, tributários, de segurança pública, uso e ocupação do solo, atividades domiciliares e restrições ao uso de espaços públicos. O não atendimento a esses requisitos acarretará o cancelamento deste

Alvará de Funcionamento Provisório.

O que acontece após o Termo expirar?

Como já mencionado, após o prazo de 180 dias em que o Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de Alvará de Licença e Funcionamento Provisório do MEI expirar, o MEI passa a ter o alvará definitivo de funcionamento.

Essa definição encontra-se no inciso 2º do artigo 16 da Resolução Nº 48, de 11 de outubro de 2018, que afirma que após esse prazo o MEI obtém a permissão de exercer suas atividades no registro e enquadramento como Microempreendedor.

No entanto, ainda será possível que a Prefeitura se manifeste diante de alguma irregularidade que possa ser encontrada mesmo após o Alvará definitivo. Nesse caso, o MEI deverá ser notificado e realizar os ajustes necessários.

Esse processo deverá ter outro prazo e, caso haja o descumprimento das abordagens solicitadas, o MEI poderá ter seu Termo de Ciência e Responsabilidade com efeito de alvará cancelado.

Isso quer dizer que é muito importante que o microempreendedor se mantenha dentro da legalização para que seu negócio não corra riscos e o seu termo não seja cancelado.

Então, se você já entendeu como funciona o Termo de Ciência e Responsabilidade e porque é importante para o MEI, mas ainda tem dúvidas sobre a regulamentação como microempreendedor, nós ajudamos!

Saiba agora como a tecnologia te ajuda a gerir sua equipe mesmo estando distante!

Especialista conta sobre os desafios de liderar equipes de trabalho à distância e orienta sobre ferramentas para facilitar o trabalho.
O home office chegou para ficar. Apesar de não ser uma novidade completa, já que muitos profissionais já trabalhavam dessa forma (entre eles vendedores externos, consultores e técnicos de campo), a modalidade passará a ser definitiva para 73,8% das multinacionais instaladas no Brasil.
O dado foi levantado pela consultoria Cushman e Wakefield, que entrevistou líderes dessas empresas. Agora, as dúvidas mais recorrentes são como administrar este trabalho externo e controlar a carga horária de cada colaborador para assegurar um processo seguro e livre de riscos trabalhistas por reivindicações de horas extras e demais adicionais de salário. No entanto, a resposta para todas elas é uma só: tecnologia.

A verdade é que a situação, apesar de instalada, era tratada com certo improviso. O funcionário poderia simular que cumpria os seus horários e a empresa não contava com meios eficientes para atestar que tal carga horária era real, uma vez que geralmente era mal documentada. Ou ao contrário: o colaborador ultrapassava os horários combinados, no intuito de melhorar sua produtividade, o que também poderia acarretar problemas legais para a empresa.

Algumas ferramentas, no entanto, surgiram para tentar controlar esse cenário, mas apesar disso eram dotadas de muitas brechas e implicavam em deficiências operacionais, permitindo fraudes cada vez mais criativas.

O surgimento do coronavírus, na verdade, antecipou a concretização do trabalho remoto, uma tendência que vinha se fortalecendo no Brasil, mas que ainda contava com alguma resistência.

Assim, como um único recurso possível no cenário da pandemia, grande parte dos colaboradores foram liberados para trabalhar em sistema home office, portanto a necessidade de controle sobre as suas cargas horárias se tornou mais premente. E as empresas saíram em busca do que o mercado possuía para atender a essa necessidade imediata.

Além dos colaboradores recém-estabelecidos no home office, há também os inúmeros colaboradores rurais, que marcam o ponto quando chegam na empresa e saem para trabalhar nas lavouras de cana, de laranja, de grãos, entre outras.

Essas pessoas têm registradas as entradas e saídas, mas em muitos casos não marcam os intervalos de descanso e refeição. Pronto: mais uma brecha aberta para reclamações trabalhistas.

Para problemas desse porte, existem muitas alternativas, mas poucas conseguiram efetividade real na gestão de equipes e garantias legais contra as ações trabalhistas. Como já mencionado, a palavra de ordem é a tecnologia, que deve ser acessível a todos, de fácil manuseio e compreensão.

Nesse sentido, a melhor delas talvez seja o aparelho celular (smartphone). A qualidade e os recursos desses equipamentos são cada vez maiores e o investimento envolvido é bastante pequeno, considerando os benefícios possíveis quando bem utilizados. Outra vantagem é que hoje praticamente todos possuem um aparelho celular para o seu uso, às vezes até mais que um.

Todos esses fatores tornam este um equipamento adequado, com o qual os colaboradores já possuem bom domínio operacional e não precisam de treinamentos específicos. O mundo com a Internet, com a telefonia móvel e com o advento dos aplicativos abriu um campo imenso para soluções que atendem à grande necessidade de mobilidade das pessoas e de suas funções profissionais.

Mas como então garantir que as operações de registro de ponto e/ou atividades são feitas pela pessoa contratada? A tecnologia de reconhecimento facial é um respiro nesse sentido, justamente porque permite essa comprovação. E para dotá-la de recursos que acompanhem o tempo – afinal, um rosto envelhece, além de ocorrerem mudanças estéticas, como crescimento ou retirada de barba e bigode, cortes de cabelo, penteados diferentes, uso de óculos ou lentes etc.

Para isso, a Inteligência Artificial (IA) é uma ferramenta fundamental, que permite ao sistema “aprender” com o tempo a reconhecer sempre a mesma pessoa.
Junta-se a esses sistemas dotados de IA recursos antifraude, como sistemas de “livenness”, de detecção de hora fake, de GPS fake, as ferramentas de MDM (Mobile Device Management), entre outros para aumentar a segurança da empresa e também dos colaboradores.

Além da praticidade que oferece, os sistemas de reconhecimento facial atendem à legislação. A Portaria 373 do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) trata exatamente dos sistemas alternativos de marcação de ponto, oferecendo todo o amparo legal a essas soluções de mercado.

Pois é! Mais um desafio vencido. Foco agora na prevenção contra o coronavírus e cuidem-se. Gerir equipes a distância já tem solução disponível.

Fonte: Contábeis

MEI: Mais de 327 mil pessoas aderiram ao regime durante a Pandemia

O registro de MEIs continuou aquecido durante a pandemia de Coronavírus, atingindo a marca de 10 milhões de contribuintes.
Dados do Portal do Empreendedor revelam que o registro de novos microempreendedores individuais não perdeu força na quarentena. Ao todo, mais de 327 mil pessoas se formalizaram como MEIs no Brasil desde o início da pandemia do novo coronavírus.
Esses novos contribuintes fizeram com que o número de microempreendedores individuais passasse de 9,8 milhões, na segunda quinzena de março, para 10,2 milhões no fim de maio.

Empreendedorismo
A Subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia, Antonia Tallarida, em entrevista ao Correio Braziliense afirmou que acredita que o período de isolamento social ajudou a despertar a já elevada vocação empreendedora dos brasileiros.

Segundo o Sebrae, 37% dos brasileiros sonham em abrir o próprio negócio, 46% veem boas oportunidades nessa ideia e 62% dizem que já têm até os conhecimentos necessários à empreitada. “Muitas pessoas decidiram se reinventar na quarentena. E o MEI traz a possibilidade de fazer isso de maneira formal, permite que a pessoa acesse vários benefícios”, diz Antonia.

Ela lembra que é possível se cadastrar no MEI sem sair de casa, basta acessar o Portal do Empreendedor e inserir os dados pessoais e as informações do negócio. “É preciso definir bem o escopo da atividade, deixando claro o modo de atuação, o público-alvo, o investimento necessário e o fluxo de renda esperado”, explica.

Os “MEIs da quarentena” ainda têm o benefício de deixar para depois o pagamento da contribuição mensal do Simples. Para dar um alívio de caixa aos microempreendedores, o governo empurrou para o fim do ano o vencimento das parcelas de abril, maio e junho. O valor não passa de R$ 58,25 por mês.

A tendência de aumento do microempreendedorismo individual não deve acabar com a quarentena. Ao contrário, tem tudo para ganhar ainda mais força. Especialistas explicam que, além de despertar a vocação empreendedora de gente como João Nogari, a pandemia da covid-19 afetou negativamente a renda de milhões de famílias e empresas brasileiras, fazendo com o que desemprego disparasse no Brasil. O cenário de crise econômica e alta do desemprego favorece um outro tipo de empreendedorismo: o de necessidade.

Os MEIs da quarentena
Após as crises econômicas, é normal aumentar o número de empreendedores. O Monitor Global de Empreendedorismo (GEM, na sigla em inglês) mostra que a taxa de empreendedorismo inicial, que considera os negócios formais e informais com menos de 3,5 anos, teve picos de crescimento no Brasil tanto na crise de 2008, quanto na de 2015. Na primeira, a taxa saiu de 12%, em 2008, para 15,3%, em 2009, e 17,5%, em 2010. Na última, passou de 17,2%, em 2014, para 21%, em 2015.

O GEM estima que a taxa vai saltar dos atuais 23,3% para o recorde de 25% neste ano em virtude da crise do novo coronavírus. Afinal, antes de a pandemia fechar milhares de postos de trabalho país afora, 88% dos brasileiros que queriam abrir um negócio já admitiam que uma das motivações para empreender era “ganhar a vida, já que o emprego é escasso no Brasil”.

O índice era o nono maior do mundo e crescia entre as mulheres (90,8%), os negros (90%) e a faixa etária entre 35 e 54 anos (91,6%), que devem a ser os mais afetados pelo avanço do desemprego e a maior parte dos novos empreendedores brasileiros.

“Com a pandemia, houve a paralisação de muitas atividades, que levou a demissões. Muita gente ficou sem renda e, por necessidade, vai criar um negócio. Por isso, a projeção é de que um em cada quatro brasileiros estará no grupo de pessoas que tentarão abrir um negócio, seja formal, seja informal”, revela o analista do GEM no Sebrae, Marcos Bedê.

O especialista orienta, contudo, paciência e planejamento, porque parte dessas empresas que são abertas por necessidade, no ímpeto em meio a uma crise econômica, corre o risco de fechar depois de algum tempo. Como a crise da pandemia será mais forte do que as anteriores, os “MEIs da quarentena” precisam avaliar bem o seu negócio, sem metas de faturamento muito ousadas, porque a retomada será lenta.

Fonte: Contábeis

A MP 905 foi revogada! Confira o que mudou e o que não!

A MP 905/2019, que versava sobre o “Contrato Verde e Amarelo”, foi revogada pela MP 955/2020, com efeito, as alterações que seriam propostas foram revogadas, ou seja, não mais existiriam.
No entanto, quais efeitos essa revogação irá gerar?
Certamente, neste cenário caótico que temos com a pandemia, é preciso garantir a segurança jurídica para empregador e funcionários, com a revogação tal situação inexiste, visto que há uma instabilidade para as empresas, as relações trabalhistas e incertezas sobre os recolhimentos de encargos sociais. Somando-se às mudanças estabelecidas por outras medidas provisórias de combate ao estado de calamidade pública (MP 927 e MP 936), observa-se uma falta de orientação dos empregados.

Inúmeras alterações foram propostas pela MP 905/2019, vez que, durante sua vigência, foram adotadas por muitos empregadores que, se valendo da oportunidade de poder contratar novos empregados com menor custo, principalmente em relação aos encargos sociais, firmaram contrato de trabalho.

Diante deste cenário confuso, o que se percebe é, como dito anteriormente, uma insegurança da parte de funcionários e principalmente dos empregadores, pois, com a perda da eficácia da MP, não sabem ao certo qual regime deverá prevalecer, se o contrato Verde e Amarelo ou a conversão para o contrato comum.

O texto original da MP 905, publicada em 12 de novembro de 2019, havia implementado diversas alterações e inovações nas legislações previdenciária, trabalhista e tributária, vejamos:

Alterações na jornada de trabalho dos bancários que a aumentavam de seis para oito horas diárias, exceto para os bancários que operam no caixa.
O adicional de Periculosidade somente seria devido quando houvesse exposição permanente do trabalhador por, no mínimo, 50% de sua jornada normal de trabalho. O percentual do adicional de periculosidade poderia ser de 5% do salário do empregado, desde que houvesse seguro de vida em nome do trabalhador (art. 15, § 3º da MP 905/2019).
O trabalho aos domingos e feriados era autorizado, desde que previsto em contrato, independentemente de ato administrativo da Secretaria Especial de Trabalho e Previdência.
O valor do salário no ato do contrato era limitado a 1,5 salários mínimos.
Como consequência imediata da revogação tem-se a perda de sua validade jurídica. Entretanto, as situações jurídicas já consolidadas e decorrentes de atos praticados durante a vigência da MP nº 905/2019 deverão ser conservadas.

Desta forma, as legislações anteriormente alteradas ou revogadas voltam a ter validade:

O salário poderá ser estabelecido de acordo com a negociação entre as partes, respeitado o limite minimo (salário mínimo), o piso salarial estadual ou o piso da categoria profissional.
Agora permanece a regra do trabalho aos domingos e feriados, desde que aprovado por convenção coletiva, observada a legislação municipal (Lei 11.603/2007) ou para as empresas que exercem atividades constantes da relação anexa ao Decreto 27.048/49.
Agora segue a regra normal do adicional de periculosidade de 30% do salário do empregado, ainda que a exposição seja intermitente.
Restabelecimento da norma a jornada diária de trabalho destes empregados será de 6 (seis) horas contínuas nos dias úteis, com exceção dos sábados, que de novo foi considerado dia útil não trabalhado. Também não é mais possível celebrar acordos individuais com previsão de trabalho superior a seis horas diárias e 30 semanais;
Tais mudanças vão gerar confusão e insegurança, pois as propostas pela MP 905/2019 perderam sua eficácia, no entanto algumas as situações jurídicas decorrentes de atos praticados durante a vigência da MP deverão ser conservadas.

Fonte: Jornal Contábil

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